EMPRESAS TERÃO QUE INFORMAR RISCOS

A Câmara dos Deputados está analisando o Projeto de Lei 7215/10, que obriga as empresas a descrever aos funcionários informações referentes aos riscos das atividades a serem executadas e dos produtos manipulados no ambiente de trabalho.
De acordo com a nova medida, as especificações deverão ser apresentadas logo no início das atividades e sempre que ocorrer mudança de função ou condições de trabalho. O projeto prevê ainda, a obrigação das empresas em garantir, por outros meios, as mesmas informações aos empregados e prestadores de serviço não alfabetizados.
O objetivo da proposta é disciplinar o cumprimento de normas de segurança e saúde no trabalho.
ASSESSORIA DE IMPRENSA DO SIND. METALÚRGICOS DE OURO BRANCO - 15/06/2010

CENTRAIS VÃO INSISTIR NA SUBSTITUIÇÃO DO FATOR

As centrais sindicais vão insistir na campanha pela adoção de mecanismos que substituam o chamado fator previdenciário, que reduz o valor dos benefícios de quem se aposenta por tempo de contribuição, antes de completar a idade mínima. Com o veto do presidente Lula ao fim do fator previdenciário, os sindicalistas já articulam uma reunião com o governo. Eles pretendem sugerir a criação de uma comissão especial, formada por representantes do governo, das centrais e aposentados e do empresariado, para discutir alternativas ao atual fator.
Proposta pelo governo, a regra 85/95 dá direito à aposentadoria integral quando a soma do tempo de contribuição e a idade do segurado for de 85 anos para as mulheres e de 95 para os homens. Com apoio de parte das centrais, a proposta virou um projeto de lei, que foi atropelado pela decisão dos parlamentares, ao aprovarem o fim do fator previdenciário.
O governo não aceita o puro e simples fim do fator previdenciário, mas concorda que sejam criadas melhoras das condições de remuneração para os futuros pensionistas e aposentados da Previdência Social.
"O governo topa fazer uma MP, desde que haja acordo entre as centrais", disse Paulinho. Para ele, uma regra de 80/90 poderia ser uma alternativa de consenso entre as centrais.
O presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Artur Henrique, disse, por meio de nota, que a entidade vai continuar na luta pela extinção do fator previdenciário, que chamou de perverso mecanismo".
O ESTADO DE S.PAULO - 16/06/2010

SINDICATO PATRONAL JÁ RECEBEU A PAUTA

A pauta de reivindicações do setor de artefatos de borracha e afins já foi entregue ao sindicato patronal e aguardamos o início das negociações. Nas empresas pneumáticas a diretoria do Sindicato adotou uma tática diferente. Primeiro entregamos um pedido solicitando a abertura de negociações para discutirmos o valor da participação nos lucros ou resultados, depois que definirmos isso passaremos a discutir a pauta..
O BORRACHEIRO - MARÇO/2010

CAMPANHA SALARIAL UNIFICADA/2010

Os patrões do setor de artefatos de borracha, pneumáticos e afins podem se preparar para uma briga dura, porque a nossa categoria está pronta e mobilizada para lutar pelos seus direitos e ampliar as conquistas. Os 11 sindicatos de borracheiros do Estado de São Paulo, juntamente com a Federação, estão unidos e brigarão pelas mesmas reivindicações.
A nossa campanha salarial começou a ser preparada em fevereiro, quando durante dois dias, 27 e 28, cerca de 400 trabalhadores e trabalhadoras borracheiros, além de diretores e presidentes de sindicatos, estiveram reunidos em Seminário, na nossa Colônia de Férias, onde tiveram informações a respeito da situação econômica do setor, discutiram e tiraram sugestões de pauta.
Na assembléia realizada em nossa subsede de Santo André no domingo, 14, as sugestões foram aprovadas e passaram a ser oficialmente as pautas de reivindicações da categoria, que serão discutidas e negociadas com o sindicato patronal e empresas pneumáticas. O resultado dessas negociações será discutido e avaliado pela categoria em nova assembléia.
O BORRACHEIRO - MARÇO/2010

DIRETORIA DO SINDICATO TOMA POSSE

No domingo, 28, após o encerramento dos trabalhos no Seminário, aconteceu a cerimônia de posse da diretoria do nosso Sindicato, eleita nos dias 03, 04 e 05 de novembro de 2009. Todos os diretores e diretoras receberam as suas carteiras e iniciaram oficialmente o novo mandato. "Vamos continuar a nossa luta por empregos, melhores salários, condições de trabalho, saúde e segurança. A nossa força cresce com a luta", declarou Martins, presidente do nosso Sindicato.
O BORRACHEIRO - MARÇO/2010

CRISE AFETOU MAIS OS HOMENS QUE AS MULHERES

Os efeitos da crise global afetaram mais os homens que as mulheres no mercado de trabalho brasileiro em 2009, mas as desigualdades de renda persistem. É o que mostra a pesquisa "Trabalho e Desigualdades de Gênero", divulgada ontem pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) e pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

No ano passado, as mulheres ocuparam mais postos de trabalho criados e, por causa disso, a taxa de desemprego feminina recuou. Mas a pesquisa também mostrou que continua grande a diferença entre salários de homens e mulheres. "2009 foi um ano bom, mas precisaríamos de muitos mais como esse para equiparar a condição da mulher no mercado de trabalho", disse a socióloga Márcia Guerra, do Seade.

Na região metropolitana de São Paulo, a taxa de desemprego feminino caiu pelo sexto ano consecutivo em 2009, para 16,2%, de 16,5% em 2008. Entre os homens, houve elevação de 10,7% para 11,6% no período.

Segundo o Seade/Dieese, a redução do desemprego feminino deve-se à criação de vagas de trabalho em setores com presença notadamente feminina, como os serviços (1,6% das vagas) e o serviço doméstico (5,6%). Na outra ponta, houve forte redução do emprego na indústria (menos 7,4% de vagas para os homens), o setor mais afetado pela crise e com presença notadamente masculina.

Na questão salarial, embora o rendimento médio real por hora das mulheres tenha crescido 3% em 2009, para R$ 6,17, esse valor equivale a 79,8% do que ganham os homens na Grande São Paulo, embora acima dos 76,5% de 2008. A remuneração masculina caiu 1,4% no ano passado. Mulheres com nível superior ainda ganham 30% menos que os homens.

A pesquisa do Seade/Dieese também mostrou que o trabalho doméstico continua a ser alternativa de trabalho para as mulheres da região metropolitana de São Paulo, embora o perfil dessa trabalhadora esteja passando por transformações. Depois do setor de serviços, o serviço doméstico é o maior empregador da região mais rica do País. As trabalhadoras domésticas passaram de 19,2% da mão de obra ocupada em 2000 para 17% em 2009, enquanto as que trabalham em serviços foram de 50% para 53,5% no período.

Enquanto na Grande São Paulo os serviços domésticos ainda representam o segundo maior mercado de trabalho para as mulheres, em outras regiões do País o comércio está tomando seu espaço. O setor já é o segundo maior empregador em Porto Alegre (17% das trabalhadoras), Salvador (17,1%), Fortaleza (19,7%) e Recife (19,8%). O setor de serviços é o maior empregador do País. Nas principais regiões metropolitanas, responde por 55% a 61% da oferta do emprego tanto para homens como para mulheres. O ESTADO DE S. PAULO 05/03/2010

CAMPANHA SALARIAL UNIFICADA/2010

A nossa Campanha Salarial Unificada/2008, que reuniu todos os sindicatos de borracheiros do Estado de São Paulo foi vitoriosa porque nos preparamos muito bem para defendermos os nossos direitos.
Fizemos um seminário Nacional em março/2008, tiramos uma pauta de reivindicações, que foi aprovada em assembléia realizada em abril, e logo em seguida começamos a negociar com o sindicato patronal, que representa os empresários do setor de artefatos de borracha e afins do estado de São Paulo e com as empresas pneumáticas.
O resultado não poderia ser melhor. Recuperamos a inflação de junho/2007 a maio/2008 e garantimos aumento real de 1%. O mesmo aconteceu em 2009, quando também recuperamos a inflação integral de junho/2008 a maio/2009 e aumento real de 1%. Outras vitórias importantes foram a manutenção e ampliação das cláusulas de nossa Convenção Coletiva e Acordos Coletivos, por dois anos, ou seja, até maio/2010.
Nos próximos dias 27 e 28 de fevereiro vamos dar a largada para a Campanha Salarial Unificada 2010, com a realização de um seminário em nossa Colônia de Férias, para discutirmos e tirarmos uma pauta de reivindicações, que serão aprovadas em Assembléia e, posteriormente, apresentadas aos patrões.
Os companheiros e companheiras que desejarem participar devem procurar um diretor ou diretora do nosso Sindicato ou comparecer em uma de nossas sedes, de onde sairão os ônibus no sábado, dia 27, às 6:00h. A condução, ida e volta, estadia e refeições serão gratuitas. O BORRACHEIRO - FEVEREIRO/2010

CUIDE DE SEU SORRISO:

Além dos dentistas em todas as sedes, que fazem extração, obturação e limpeza, o nosso Sindicato continua a parceria com o consultório da Dra. Marta em Santo André, para atendimentos de ortodontia (Aparelho) e agora também para implantes, prótese sobre implante e overdenture (fixação de prótese total).
Maiores informações e agendameno de consulta pelos tels:. (11) 4427 3256 e 4994 6458 O BORRACHEIRO - FEVEREIRO/2010

PLR PARA TODOS

Desde o ano de 1995, quando foi editada a medida provisória, a diretoria do nosso Sindicato tem conseguido acordos de participação nos lucros na maioria das fábricas de nossa base. Em 2000, a medida provisória virou lei, mas sem prever punições para quem não cumprir.
Portanto, para conseguirmos tem que haver união entre trabalhadores e Sindicato.
Graças a essa união, o ano passado conseguimos esse benefício para 90% dos nossos trabalhadores e trabalhadoras. Este ano queremos mais. Pretendemos chegar a 100% e conseguiremos, se todos se unirem e lutarem junto com o Sindicato. O BORRACHEIRO - FEVEREIRO/2010

CENTRAIS SINDICAIS VÃO PARA BRASÍLIA PRESSIONAR APROVAÇÃO

Aproveitando o início das atividades no Congresso Nacional, hoje as seis centrais sindicais realizam ato em Brasília. Cerca de 1.000 sindicalistas e trabalhadores fazem vigília na Capital do País. "Vamos intensificar a luta pela aprovação da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 231/95, que reduz a jornada de trabalho para 40 horas", destacou Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força, presidente da Força Sindical.
Os sindicalistas vão se reunir às 14h no salão verde da Câmara dos Deputados e dar início ao movimento.
Segundo Paulinho, os trabalhadores decidiram atuar em várias frentes para pressionar os parlamentares. "Muita mobilização nos locais de trabalho e pressão para os patrôes negociarem a jornada de 40 horas. Queremos sensibilizar os parlamentares no Congresso Nacional", afirmou. "É preciso o envolvimento das direções sindicais e é necessária a presença desses dirigentes em Brasília para acelerar o processo", destacou o presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores), Artur Henrique.
Em junho do ano passado, a Comissão Especial que analisa a redução de jornada aprovou o relatório apresentado pelo deputado Vicentinho (PT-SP), que trata da PEC 231/95. A medida também aumenta o valor da hora extra de 50% do valor normal para 75%. DIÁRIO DO GRANDE ABC 02/02/2010

INDÚSTRIA DE SÃO PAULO CORTA 98 MIL EMPREGOS EM 2009, DIZ FIESP

O nível de emprego na indústria paulista registrou em dezembro do ano passado queda de 3% em relação a novembro, com o fechamento de 67 mil postos de trabalho. No entanto, os dados da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo divulgados há pouco mostram que, com o ajuste sazonal, houve alta de 0,31% nesta comparação.
No acumulado de 2009, houve corte de 98 mil empregos no setor, uma baixa de 4,32% ante o nível de emprego do fim de 2008. GLOBO ONLINE 20/01/2010

CAI A PROPORÇÃO DE JOVENS QUE SÓ TRABALHAM, APONTA IPEA

A pesquisa "Juventude e Políticas Sociais no Brasil", divulgada pelo Ipea nesta terça-feira (18) mostra que caiu, entre 1982 e 2007, a parcela dos jovens de 15 a 19 anos que só participam do mercado de trabalho. Já a parcela dos que só estudam ou estudam e participam do mercado de trabalho teve aumento.
Em 1982, eram 27% dos jovens que só estudavam, enquanto 16% estudavam e participavam do mercado de trabalho; outros 40% só participavam do mercado de trabalho. Já em 2007, 41,3% dos jovens de 15 a 19 anos só estudavam, enquanto 25,9% estudavam e participavam do mercado de trabalho; a parcela dos que só participam do mercado de trabalho caiu a 21,6%.
A pesquisa considera como participantes do mercado de trabalho aqueles que trabalham ou procuram emprego.
Na próxima faixa etária, de 20 a 24 anos, a maioria dos jovens só participava do mercado de trabalho em 2007: 58,5%, ante 59,3% em 1982. Mas aumentou a proporção dos que só estudam (de 5,7% para 7,8%) e dos que estudam e trabalham (10% para 17,4%). Esse movimento é explicado pela queda dos que nem estudavam nem participavam do mercado de trabalho (de 25,1% em 1982 para 16,3% em 2007). SITE G1 20/01/2010

INDÚSTRIA PAULISTA SÓ DEVE ZERAR PERDA DE VAGAS EM 2011

A avaliação é do Diretor de Pesquisas Econômicas da Fisep, Paulo Francini, para quem o número de vagas só poderá se recuperar das perdas no começo de 2011.
Só no ano passado, o nível de emprego teve queda de 4,32% ante 2008, mas, desde o agravamento da crise global, em setembro daquele ano, a retração foi de cerca de 7,3%, com 262 mil vagas a menos.
Como a previsão da Fiesp para este ano é que o número de empregados na indústria paulista tenha alta de 6,3% ante 2009, ainda restará um déficit a ser zerado no ano que vem. "Não será possível fechar essa conta neste ano", disse Francini. No final do ano passado, a Fiesp estimava que a recuperação ocorreria até dezembro.
No ano passado, apenas 5 dos 22 setores pesquisados pela Fiesp tiveram condições de admitir novos funcionários, segundo a Fiesp. Mas, para 2010, a previsão é que as contratações ocorram de forma mais generalizada, por conta do aquecimento no mercado interno, estimulado pela alta na renda e pela expansaão do crédito. FOLHA S.PAULO 20/01/2010